segunda-feira, 7 de março de 2011

Gin super exclusivo chega ao Brasil

Diferentemente da maioria dos gins, Hendrick’s é produzido na Escócia pela destilaria William Grant & Sons, que é famosa pelos whiskies que produz há 120 anos. Este gin é extraordinariamente incomum, de caráter irreverente e espírito inusitado. Apenas Hendrick’s Gin é feito com infusões de pepinos da Holanda e pétalas de rosa Damascena da Bulgária, resultando um excelente gin, refrescante e com agradável aroma floral.
 
Produzido artesanalmente em pequenos lotes de 450 litros (normalmente uma produção corresponde a 1.000 litros), é o único gin feito da combinação de um alambique Carter-Head com um alambique Bennet, criando um sabor suave e sutil a esse excepcional destilado. *Garrafa: 750 ml | Teor alcoólico: 44% | Preço sugerido: R$180,00 (cento e oitenta reais) .
Hendrick’s Gin pode ser encontrado em lojas especializadas e bares super exclusivos voltados à coquetelaria. Será distribuído pela Bacardi Martini do Brasil.
Fonte: http://www.hendricksgin.com/

sábado, 5 de março de 2011

Chá das 5 na Era Vitoriana



A Anna,  sétima duquesa de Bedford (1788-1861), uma das damas da corte da Rainha Victoria (1891-1901), é creditada a criação do chá das cinco. Quando a refeição do meio-dia tornou-se mais escassa, a história conta que a nobre sentia fome entre o café da manhã e o jantar e, por esse motivo, criou o hábito de tomar chá todas as tardes. Adotando o modelo europeu de serviço de chá, ela convidou as amigas para se juntar a ela para uma refeição à tarde por volta das cinco horas, nas salas de Belvoir Castle. O cardápio centrado em torno de pequenos bolos, pães e sanduíches de manteiga, doces variados e, claro, chá. Esta prática mostrou-se tão popular no verão, que a Duquesa continuou a exercê-la quando de seu retorno a Londres, enviando cartões para as amigas pedindo-lhes para se juntar a ela para "o chá e um passeio no campo”. A prática de convidar amigas para o chá da tarde foi rapidamente adotada por outras anfitriãs nobres. Era uma oportunidade para exibir maravilhosas peças de porcelana e prata. Logo foram criadas regras de etiqueta para o serviço de chá e receitas que fariam parte do cardápio como: torradas com manteiga, geléia ou mel; scones, muffins, bolos e uma grande variedade de biscoitos e pãezinhos.
A Rainha Vitória aprovou a nova mania das festas de chá. Até 1855, a rainha e suas damas vestiam-se formalmente para o chá da tarde. Este bolo simples era um dos favoritos da rainha.
Vitória era filha de Eduardo, duque de Kent, quarto filho do rei Eduardo III e da ex-princesa de Leininge, seu pai morreu logo após seu nascimento. Seu reinado durou 64 anos, tendo nesse tempo elevado a Inglaterra ao posto de maior império do mundo. O seu governo era sinônimo de pontualidade e sofisticação, isso se deve ao fato da soberana ter influenciado o estilo de vida e comportamento dos ingleses.
Logo manifestou interesse em seu primo Albert de Saxe-Coburg. A união com Albert, em 1840, fez com que a rainha se preocupasse com as questões que antes não a importava como, a política. A rainha percebeu que o país não poderia se manter isolado em suas fronteiras, que deveria ampliar seus horizontes. Diversos países europeus passaram a sofrer com a febre expansionista, porém, nenhum deles aumentou seus domínios territoriais como a Inglaterra da rainha Vitória. Eles tiveram nove filhos.
Com o intuito de ampliar o mercado consumidor, a rainha fortaleceu as campanhas contra a escravidão mundial e incentivou a abertura dos portos internacionais. Com a morte de seu marido em 1861, ela passou a se trancar em casa e a recusar-se solenemente a cumprir seus deveres públicos. Nunca mais pronunciou nada sobre política e, nem admitiu que ninguém esquecesse por um só segundo a sua dor, nem que tivesse infelicidade maior que a sua. Retirou-se na residência de Osborn House na Ilha de Wight. Segundo os historiadores, foi aqui que os bolos receberam seu nome. A rainha Vitória morreu em 1901.



BOLO ESPONJA DA RAINHA VICTORIA – receita tradicional inglesa

Ingredientes:

1 xícara de farinha de trigo
1 e ½  colheres de chá de fermento em pó
1 xícara de açúcar de confeiteiro
1 xícara de manteiga amolecida
2 ovos
½  xícara de leite
1 colher de chá de essência de baunilha
geleia de sua preferência para rechear

Modo de preparar:
Pré-aqueça o forno 200 graus C. Unte uma forma redonda de 20 cm com manteiga e farinha. Peneire a farinha e o fermento em uma tigela média e reserve. Bata a manteiga e o açúcar juntos em uma tigela média. Adicione os ovos, um a um misturando bem após cada adição. Lentamente, mexa a mistura da farinha com a manteiga, açúcar e ovos. Bata o leite e a baunilha até que a massa fique lisa. Despeje a massa na assadeira untada e asse em forno pré-aquecido até que um palito inserido no centro saia limpo, cerca de 20 minutos. Deixar o bolo esfriar por 10 minutos e vire-o sobre uma sobre uma grade para que esfrie completamente. Corte o bolo ao meio, na horizontal, e recheie com geleia de sua preferência ou creme de ovos e polvilhe com açúcar de confeiteiro.

Receita do livro O CÉU NA BOCA

Cenoura nem sempre foi Laranja

A cenoura foi originalmente cultivada na Ásia Central e países do Oriente Médio. As cenouras originais eram diferentes das que estamos acostumados hoje, apresentando uma coloração roxa profunda, variando de lavanda cor de berinjela. Esta coloração é o resultado do reflexo dos pigmentos do fitonutriente antocianina que abundava naquelas cenouras. 
Parece que as cenouras não se tornaram um vegetal popular na Europa até o Renascimento. Isto deveu-se, provavelmente, ao fato de que as variedades precoces tinham uma textura resistente e fibrosa. 
                                   (Natureza morta de Juan Sanchez Cotán, Museu Nacional de Belas Artes de Granada)

Séculos mais tarde, no início no século 17, os agricultores na Europa começaram a cultivar diferentes variedades de cenouras, e assim sucedeu o desenvolvimento de uma variedade de cor laranja, que tinha uma textura mais agradável do que as suas antecessoras. 
Os europeus favoreceram o crescimento dessa variedade cor de laranja sobre a variedade roxa, que foi e ainda é amplamente cultivada em outras áreas do mundo, incluindo o sul da Ásia e o norte de África. As cenouras foram posteriormente introduzidas nas colônias sul e norte-americanas. 
Devido à sua popularidade elevada, no início de 1800, a cenoura foi o primeiro vegetal a ser enlatado. Hoje, os Estados Unidos, França, Inglaterra, Polônia, China e Japão estão entre os maiores produtores de cenoura.

Bulgari & San Pellegrino

Para comemorar os 125 anos da famosa Casa Bulgari, além de uma retrospectiva fenomenal que ocorreu em Roma - e que deve viajar por outras cidades around the world - a água minetar San Pellegrino fez uma edição especial para comemorar a data. Sede de glamour!

sexta-feira, 4 de março de 2011

Festival du Livre Culinaire de Paris


Inaugurado no último dia 2, segue até domingo (6/3/2011) o Festival du Livre Culinaire em Paris. è a maior feira de livros de gastronomia do mundo, e este ano conta com a participação de mais de 200 editores dos quatro cantos do mundo, totalizando 50 países, dentre os quais, é claro, o Brasil.
O país convidado desse ano foi a Itália, que promove a sua riqueza gastronômica e editorial.
Ontem, 3 de março, aconteceu a cerimônia de entrega dos prêmios do World Cookbook Awards, nas dependência do tradicional Folies Bergère. Os resultados ainda não estão disponíveis no site do evento, mas estamos aqui aguardando ansiosamente a sua divulgação.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Gastronomia em alta

O curso de gastronomia foio mais concorrido do vestibular 2011 da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). As oito vagas foram disputadas por 927 inscritos, com uma média de 115,88 candidatos por vaga. Em seguida aparece o curso de medicina. As 77 vagas foram disputadas por 8.026 inscritos, com uma média de 104,23 candidatos por vaga.
Ilustração do livro de Urbain Dubois